Top 10: empresas promissoras dos EUA que podem inspirar seu negócio

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30 de junho de 2014 por Semio Timeni

Conheça as pequenas empresas eleitas pela Forbes como as mais promissoras dos Estados Unidos. Elas prometem – até em tempos de crise

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A revista Forbes divulgou nesta semana as pequenas e médias empresas americanas com maior potencial para crescer. A lista, elaborada com a ajuda da empresa de pesquisa especializada no assunto CB Insights, apresenta 100 negócios.

O levantamento levou em conta a saúde financeira da empresa, e não apenas suas informações de vendas e faturamento. Entre as principais características, as mais promissoras estão em 22 setores diferentes, 90% delas conseguiram investimento externo, o CEO normalmente ajudou na fundação – 12 empresas tem empreendedores com menos de 35 anos – e 7 ainda não tiveram receita.

Veja a seguir as dez empresas mais promissoras dos Estados Unidos, que podem inspirar o seu negócio.

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Smashburger

A companhia americana que promete crescer mais nos próximos anos, segundo a Forbes, é a rede de lanchonetes Smashburger. No ano passado, a empresa teve receita de quase 40 milhões de dólares e soma 131 unidades nos Estados Unidos. Um dos fundadores, Tom Ryan, trabalhou como chefe do cardápio do McDonald’s. No menu, nada muito além das comidas preferidas dos americanos, como hambúrgueres e fritas. Desde sua fundação, em 2007, a empresa recebeu 20 milhões de dólares em investimentos. Entre 2008 e 2010, em plena crise, a receita da empresa cresceu 658%.

Boku

Criada em 2008, a Boku criou um software que permite fazer pagamentos online com o número de um celular no lugar do cartão de crédito. A empresa, que teve receita de 55 milhões de dólares, fica com uma parte de cada transação. É o sistema que o Facebook já usa. Até hoje, a empresa recebeu 42 milhões de dólares em investimentos. Os fundadores já haviam criado e vendido outras empresas.

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Digital Broadcasting Group

A empresa, criada em 2006, produz vídeos para empresas como BMW, WalMart, American Express, Coca-Cola e Ford. O material é publicitário, mas disfarçado como entretenimento vai parar em mais de 2 mil sites. O CEO da empresa, Chris Young, já tinha feito outro negócio de sucesso no mesmo estilo, o KlipMart, e vendeu para a Doubleclick. Em três anos, a receita da empresa variou 2563%.

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Popchips

A grande sacada da Popchips, segundo a Forbes, é produzir salgadinhos de batata chips com menos da metade de gordura que a versão frita. Em uma sociedade que bate recordes de obesidade, a empresa teve receita de 45,7 milhões de dólares no último ano. O negócio atraiu, inclusive, a atenção de investidores famosos como o ator Ashton Kutcher. O empreendedor por trás da ideia é Keith Belling, que já tinha aberto outras empresas, como uma rede de cafeterias e um grupo de restaurantes. Com 51 funcionários, a receita do negócio variou 638% em dois anos.

Implantable Provider Group

A Implantable Provider Group foi criada em 2004. A empresa compra implantes médicos, repassa aos hospitais e recebe o pagamento direto dos planos de saúde. O negócio agrada os hospitais, que evitam estocar os produtos, e aos planos, que pagam taxas mais baixas à empresa do que pagariam aos hospitais. A empresa em si fatura comprando poucas unidades. A receita do último ano foi de 19,6 milhões de reais. Em março de 2010, a Sequoia Capital investiu 35 milhões de reais no negócio.

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Virtual Instruments

A Virtual Instruments, criada em 2008, fornece equipamentos e softwares para grandes empresas monitorarem seus sistemas de tecnologia da informação. Eles conseguem identificar em tempo real problemas de funcionamento ou transações canceladas. Unilever e eBay estão entre os clientes da empresa. O CEO John W. Thompson já trabalhou na Symantec e recebeu mais de 22 milhões de dólares de investimento de vários fundos.

Allonhill

A Allonhill faz auditorias individuais de hipotecas para instituições que compram e vendem títulos lastreados em hipotecas. A empresa tem 530 funcionários treinados para acompanhar todos os processos, desde a análise até a assinatura do contrato. A empresa foi criada por Sue Allon, que já tem experiencia na área. A receita do último ano foi de 19,3 milhões de reais.

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SecondMarket

A SecondMarket se classifica como um mercado para investimentos alternativos. A empresa oferece um canal online para troca de ativos no valor de 30 milhões de dólares que vão desde ações de empresas de capital fechado até ações restritas de empresas públicas. No último ano, a receita do negócio foi de 37 milhões de dólares.

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ServiceNow

A nona empresa mais promissora dos Estados Unidos, pela Forbes, é a ServiceNow. A companhia oferece um serviço de suporte de TI virtual para outras empresas. Johnson & Johnson e PriceWaterhouseCoopers são clientes da ServiceNow. O negócio tem receita de 93 milhões de dólares e o fundador, Fred Luddy, acumula 40 anos de experiência na área.

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Opower

A décima colocada no ranking da revista americana é a Opower, que criou um software para controlar e limitar o consumo de energia. A empresa já recebeu 65 milhões de dólares em investimento de várias fontes, incluindo o Accel Partners. A receita do negócio foi de 11,4 milhões de dólares no último ano. A ideia foi do empreendedor Dan Yates, depois que ele viajou do Alasca até a América do Sul.


 

Por Priscila Zuini, de Exame.com. Originalmente publicada em 08/12/2011

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